quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Perú | Estádio 3 - Útimos Detalhes

A pouco mais de uma semana da partida para Lima, a ideia de agarrar na tralha e zarpar para a América do Sul começa a criar formigueiro! E em boa hora, já que estou S-A-T-U-R-A-D-A de preparativos... Com a correria dos últimos dias em busca dos acessórios em falta, dei por mim a olhar para a agenda em busca de momentos livres para tratar do que falta e, qual o meu espanto, tempus fugit...

Depois da toalha body dry em formato guardanapo (que espero vir a salvar-me no banho à gato nos dias do Inca Trail), do saco-cama (um Berg Ultralight 1000 patrocinado pelo primo e que me vai deixar dormir tranquila até aos 0ºC), de alguma roupa prática (capítulo ainda não totalmente fechado) e da backpack (uma Monte Campo Monchique 70 em azul - detalhe relevante), ficam apenas por rever questões de pormenor, como o kit de primeiros socorros, as peças de roupa descartável e a verificação do equipamento fotográfico.



As vacinas foram reforçadas e as análises vieram com resultado de go for launch. Um dos rapazes tratou das pastilhas purificadoras de água; os dólares foram ontem mesmo levantados no banco e o anti-mosquito também já está contabilizado, pronto a repelir melgas, cobras, lagartos, ursos e mais que venha! O protector solar em stick é que está manhoso de encontrar, mas já pedi reforço junto do gabinete de recursos humanos para a pesquisa em campo.

Pelo meio, quando a cabeça devia estar em pause mode, começam os sonhos recorrentes em período de pré-viagem... No meu caso, há dois que se degladiam: regressar a casa sem diário nem imagens para documentar a aventura e esperar em vão pela mala no tapete do aeroporto! Suponho que algumas coisas tenham de ser deixadas ao cuidado da providência divina, mas se é que Deus, o Diabo, o Santo António ou o Menino Jejuze existem, aproveito o tempo de antena e peço com jeitinho e em voz sexy: por caridade, deixem as ideias tristes para um passeio mais pequeno...

terça-feira, 8 de junho de 2010

Prueba superada

Afinal a aventura em busca das cotonetes perdidas não chegou a ser aventura nenhuma. Para meu gáudio, bastou uma pesquisa simples para encontrar cotonetes de bastão bio-degradável na superfície comercial mais próxima de casa, o que, devo confessar, me surpreendeu pela positiva.

Por 0,80€ compram-se 100 cotonetes de algodão 100% hidrófilo e cartão, em embalagem do mesmo material. Não que os funcionários da secção estejam minimamente despertos para o tema - abordei duas senhoras com as minhas dúvidas e nenhuma fazia a mais remota ideia daquilo a que me referia. Acabámos por fazer o teste derradeiro, tirando uma das cotonetes da caixa e partindo-a pelo meio, algo que dificilmente conseguiríamos se se tratasse de um bastão de plástico, mais flexível e resistente.

E é com grande orgulho que afirmo que toda a gente cá em casa aderiu sem mais questões, sendo que a opção pela versão cartão também já se estendeu a outros "lares" do meu raio de "acção". Aliás, não havendo sequer justificação plausível (preço, qualidade, design ou outra) para escolher diferente... Um pequenino gesto a somar a outros que estou a implementar a pouco e pouco e que, no fim do dia, fazem diferença à proporção não do empenho, mas do desejo de não ser mais uma a "estragar" o espaço que me foi emprestado pelo tempo em que cá andar.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Contra França, em collants

Não sei se foram os nomes dos envolvidos que me levaram à certa, se a própria história, já conhecida mas sempre revisitada com gosto, a verdade é que o "Robin Hood" de Ridley Scott me desiludiu tremendamente.

Primeiro os aspectos negativos. Basicamente estamos perante uma película que termina onde devia começar. Logo por aí se percebe que algo de errado se passa, e não no reino da Dinamarca, antes na floresta de Sherwood. Vamos à procura da história do bom rufia que roubava aos ricos para dar aos pobres e temos de nos contentar com a história daquele que um dia virá a ser o dito... Não convence.

Mas mesmo por este prisma, poderia nem tudo estar perdido. Não é assim tão raro termos uma expectativa inicial, sermos confrontado com uma realidade completamente diferente da imaginada e ficarmos satisfeitos à mesma, mas não foi o caso. Abandonei a sala a pensar que se tratava de um filme muito pouco inspiracional, onde nem um elenco encabeçado por Russell Crowe e Cate Blanchett conseguiu abrilhantar os planos de fundo feitos de castanhos sombrios e verdes entediantes.


Depois de "Gladiator", "Hannibal" e "Kingdom of Heaven" contava com qualquer coisa mais entusiasmante. Nem a maior cena de batalha, no final da história (ou será início) foi climática, muito porque Scott escolheu filmar espaço em vez de acção. E já agora, que barcos eram aqueles que chegavam à costa inglesa carregados de franceses do século XIII, mas que mais pareciam os usados pelas forças aliadas no memorável desembarque na Normandia? Voltando à acção, foi aspecto que também não se concretizou na parelha romântica do filme, a meu ver, altamente improvável e consequentemente, pouco entertaining.

Ainda assim, "a César o que é de César". A persistência do realizador no casting de Russel Crowe confere alguma crueza e afirmação ao título, características que uma vez impressas num herói popular como Robin Hood, até são bem-vindas. O espaço cénico foi bem estudado, sendo a vila de Nottingham o melhor exemplo da categoria, e a caracterização austera facilitou o trabalho da fotografia nos planos de pormenor.

Gude nute garrafas de plástico!

Geniaaal! É com tremendo entusiasmo que anuncio ter encontrado solução para abolir em definitivo a utilização das garrafas de água de plástico! Chama-se Simply Ecological e pertence à marca suíça Sigg!

Com efeito, a minha mais recente aquisição green não só vai levar-me a beber água mais regularmente - hábito que até aqui indevidamente não tenho seguido com método -, como permitirá desprender-me por completo da obrigatoriedade de fazer lixo de cada vez que tenho sede.

Será que estamos conscientes de que, em Portugal, do total de garrafas de plástico consumidas anualmente, apenas 12% são recicladas, 20% são incineradas e 68% acabam em lixeiras (dados recolhidos pelo Department for Environment Food and Rural Affairs em 2004)? Ou que são necessários 700 anos para iniciar a compostagem de um destes objectos? Ora, recorrendo à Matemática, se um ser humano viver um total de 85 anos, serão necessárias 8,2 gerações para que a "garrafa primordial" comece a decompôr-se no solo...

E há mais. Não sabia eu, mas as Sigg são coisa antiga (surgiram em 1908) e mantêm-se tremendamente na moda! Têm sido várias as vedetas do showbiz internacional a ser "apanhadas" com uma na mão, ou meio a descoberto na mala, sendo que a evolução é tal, que já existe uma colecção assinada por Vivienne Westwood, irreverentíssima estilista inglesa.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Expectativas (sempre) em baixa

Desilusão. É o que normalmente acontece quando me deparo com a adaptação do enredo de um jogo de sucesso à grande tela. Um filme sensaborão, pelo qual só se anseia pagar ingresso quando realmente não há mais nada. E depois de"Super Mario Bros", "Street Fighter", "Mortal Combat", "Tomb Raider" ou "Resident Evil", para citar apenas os que vi, "Prince of Persia - The Sands of Time" não só não prometia, como não chegou a cumprir.

Compreendo e aceito o apelo popular deste tipo de guiões. Ainda assim, existe sempre a expectativa de que algum deles venha a ser diferente, algo que, por essência, não acontece, já que se trata de uma adaptação de uma base pouco credível (quando comparada, por exemplo, com uma obra literária). Acabam por se tornar títulos descartáveis, mas bastante rentáveis, o que provavelmente também já é uma realidade com "Prince of Persia - The Sands of Time".


Jake Gyllenhaal é Dastan, o príncipe de serviço numa história onde das areias do deserto surge Tamina, a princesa de Alamut (interpretada pela exótica Gemma Arterton), Nizam, um tio com muito poucos escrúpulos (encarnado por Sir Ben Kingsley) e Sheik Amar e suas avestruzes de corrida (com Alfred Molina num tom mais arábico do que o habitual).

As plataformas e os golpes das lutas do jogo original estão lá, os efeitos especiais são suficientes para corroborar a história e o enredo assegura aquilo por que também já se espera numa película do género - uma continuação. Pela inversa, ficam a faltar interpretações com um pouco mais de fôlego (Gyllenhaal, ainda que ousadamente musculado, é ofuscado pela presença carismática de Arterton) e mais elementos cómicos, visto que este nunca poderia ser um filme para se levar a sério. Entre zero e dez... Quatro.

terça-feira, 18 de maio de 2010

A lixeirada que eu faço

Espicaçada por uma das minhas mais recentes aquisições literárias, "No Impact Man - The Adventures of a Guilty Liberal Who Attempts to Save the Planet, and the Discoveries He Makes About Himself and Our Way of Life in The Process", do insuspeito autor americano Colin Beavan, percebi que apesar da atenção que direcciono para as temáticas do ambiente e da sustentabilidade no planeta, na verdade, muito pouco faço para reduzir a minha pegada ecológica.

Dei então comigo a fazer um raciocínio próximo ao do autor: perceber qual a quantidade de lixo que produzimos diariamente é uma boa forma de começar a vislumbrar a dimensão do problema. Mas isso implica uma auto-crítica dolorosa, especialmente para quem se importa se daqui a dez anos existem ursos polares além das ilustrações em enciclopédias da vida animal.

Ainda assim, decidi avançar, e é pois é com um misto de vergonha e desilusão que publico a minha INACREDITÁVEL lista de desperdício, associada apenas ao dia de HOJE:

Papel higiénico
Água sanitária
Embalagem plástica rígida (do desodorizante que acabou)
Cotonetes
Embalagem de papel (reveste o pacote dos cereais de pequeno-almoço)
Pacote de plástico (contém os cereais de pequeno-almoço)
Embalagem de cartão com revestimento metalizado (leite)

Saco de papel pardo (para transporte de um bolo de pastelaria)
Embalagem plástica (com iogurte líquido)
Garrafa de plástico de 50 ml (água)
Lenço de papel

Pacote com revestimento metalizado (batatas fritas)
Casca de banana (biodegradável, mas ainda assim, desperdício)
Embalagem plástica (sobremesa de baunilha)
Embalagem de cartão com revestimento metalizado (néctar de fruta)
Guardanapo de papel
Papel higiénico
Água sanitária

Papel de escritório (com ambas as faces utilizadas)
CD-RW (inutilizado por erro na gravação)
Tinteiro de impressora
Papel (envolve pastilha elástica)
Pastilha elástica
Água sanitária

Embalagem de cartão com revestimento metalizado (leite achocolatado)
Embalagem de plástico (individualiza 25 bolachas de um pacote maior)
Papel de rebuçados de fruta
Toalhete desmaquilhante
Água sanitária

Tudo isto a somar ao impacto do percurso Barreiro-Oeiras-Barreiro (cerca de 90km) à velocidade média de 90 Km/hr (num veículo a diesel), à energia dispendida por todos os equipamentos utilizados no dia-a-dia (que também consubstanciam uma categoria de consumo), ao dióxido de carbono gerado pela minha própria expiração, bem como a tantas outras coisas que nem vale o esforço lembrar, para não ficar ainda mais deprimida.

O rasto de LIXO - é mesmo esse o nome - é arrepiante e acreditar que a mudança para uma postura menos poluidora se faz de um dia para o outro é insensato e impraticável. Por isso, e apenas para começar por algum lado, decidi abolir as garrafas de plástico do meu consumo de água (trazendo comigo um termo que vou enchendo sempre que necessário) e procurar cotonetes de cartão, em substituição das tradicionais plásticas (responsáveis por manchas que boiam durante décadas nos oceanos, formando ilhas do tamanho de países).

Finalmente, uma notícia que deu que falar no trabalho esta semana e que só pelos comentários deixados online já vale a leitura: "Quercus lança campanha para fraldas reutilizáveis" - http://www.publico.pt/Sociedade/quercus-lanca-campanha-pelas-fraldas-reutilizaveis_1392270

domingo, 25 de abril de 2010

Perú | Estádio 2 - Marcações, Reservas e Compras

Depois de algumas semanas a contemplar (sofregamente, adiante-se) se a partida para o Perú seria possível nos moldes em que foi inicialmente pensada, surge finalmente a aprovação ao período de férias por mim solicitado para o efeito e começa o derradeiro countdown.

Para o que quer que sirva, gostava de deixar escrito que se fosse do tipo de pessoa que acredita em sinais, de alguma forma diria que esta viagem não está destinada a acontecer... Mas como felizmente não é esse o caso, persisto em não dar valor às contrariedades que têm surgido e fazer do tema motivo de antecipação.

Num Domingo destes últimos, por sinal muito bem passado na Ericeira, acordaram-se quais as datas mais vantajosas para a viagem propriamente dita: 20 de Agosto e 11 de Setembro. Claro! Após investigações cruzadas para comparação séria da oferta das companhias aéreas, com horários, escalas e amenities metidas ao barulho, decidimos que a Ibéria nos oferecia o pacote menos desvantajoso para a carteira, pelo que se seguiram uns telefonemazinhos de check para o balcão da marca.

Entretanto, a forma de pagamento dos vôos pretendidos também nos mereceu alguma atenção... Modalidades possíveis: compra via internet e com pagamento com cartão de crédito; reserva por telefone e pagamento no balcão físico, à mesma com cartão de crédito; compra no balcão com cartão de crédito ou de débito. Depois disto, o filme dos seguros... Seguro de bagagem, seguro de bagagem adicional, seguro de cancelamento, seguro anti-bomba, seguro anti-erupção vulcânica... Brincadeira.

A reserva acabou por ser feita por via telefónica e daí à deslocação ao aeroporto para gastar um porradão de massa com os espanhóis foi um pulo. E é pois com grande alegria que anuncio ser orgulhosa detentora de um bilhete de avião, de ída e volta, com Lima e o meu nome escritos ali pelo meio! Para quem - como eu - ainda não acredita, fica o registo documental no fundo!

Se tudo correr como previsto, a espera na escala em Madrid demorará apenas algumas horas e as bagagens que nos servirão de suporte durante o mês seguinte chegarão sem problema à capital peruana. Caso tal não aconteça, a decisão de termos lugar no primeiro vôo do dia poderá permitir que as malas cheguem depois de nós, num dos restantes dois vôos previstos para a data. E se a coisa resolver descambar por completo, temos contemplado em programa um dia adicional na capital peruana. Para quê ficarmo-nos por um Plano B quando podemos ir até...

O passo que se segue é assegurar lugar no Inca Trail - uma das experiências mais aguardadas desta viagem - e firmar as estadias em cada um dos locais que previamente seleccionámos para pernoitar. Curiosamente (ou não) a cadeia Pirwa Hotels acompanhar-nos-á em três ou quatro dos sítios onde teremos de ficar. Pergunta: adivinha-se um desconto simpático por "fidelidade" à marca ou será que nos mandam defecar ao largo?


quinta-feira, 22 de abril de 2010

Parabéns João, agora os Picos do Mundo também são teus!

Quando há dois anos - mais coisa menos coisa - me foi anunciado que teria de acompanhar uma palestra motivacional orientada por João Garcia, o primeiro alpinista português no cume do Evereste, a ideia que imediatamente me atravessou a mente foi: ora aí está um excelente "tens de"! Afinal de contas, eram experiências de contacto como aquela que faziam valer o esforço de tanto telefonema e tanto comunicado de imprensa...

Talvez não descaradamente, mas desde há algum tempo que acompanhava as notícias e as reportagens sobre as conquistas e desaires do "nosso" homem das montanhas mais altas e achava realmente entusiasmante a ideia de ver e ouvir, ao vivo e na primeira pessoa, o que quer que fosse que ele tivesse para partilhar em seminários como o que estava previsto para uma das empresas minhas clientes.



Mal sabia eu que não só me tinha sido reservado lugar cativo na plateia da dita palestra e na mesa do João no jantar que o evento incluía, como uma simpática conversa de "bastidores" que se prolongou por cerca de meia hora... Para meu real gáudio, foi-me dada a oportunidade de fazer todas as perguntas que sempre pensei que faria se alguma vez tivesse essa janela de abertura (para usar uma expressão alpinística!), sem nunca, contudo, achar que tal aconteceria realmente. E devo confessar que foi bom porque a pessoa com quem conversei nessa tarde era exactamente o que tinha imaginado - quantas vezes é que acontece uma expectativa destas não ser gurada?

A sensação com que fiquei naquele dia persiste e salienta-se de cada vez que o João aparece no pequeno ecrã com mais um feito alcançado - a de uma tremenda humildade. Tendo-se sagrado há apenas alguns dias o décimo ser humano a fazer cume nas 14 montanhas com mais de 8.000 metros de altitude sem recurso a oxigénio artificial, diz-se em entrevista ao (asqueroso) Miguel Sousa Tavares "não um herói mas uma aberração na nossa sociedade", uma vez que não se encaixa no perfil das pessoas que diariamente encontramos e conhecemos...



Mais nenhum português esteve sequer perto de ver o céu tão próximo com os pés assentes na Terra como o João Garcia, mas nada que o faça expressar mais do que um sincero e rasgado sorriso. Pelo menos não publicamente. Ainda na sequência da minha satisfação face ao encontro de primeiríssimo grau com o alpinista, houve quem me dissesse que conseguir best-sellers em escaparates e preparar palestras de pacote era "fácil" depois de se ter tido coragem de virar costas ao amigo em dificuldade no cume do Evereste, selando o destino de ambos: um regressou conquistador; outro não sobreviveu à descida para contar.

Em relação a isso, a única ideia que sempre tive e tenho é a de que não acredito na versão rancorosa desta história. Pascal Debrauwer ficou onde tinha de ficar, assim como tantos outros homens e mulheres que se atrevem a desafiar territórios e condições onde inóspito nem sequer é adjectivo que se lhes aplique. O que se passou naquela montanha em 1999 só o próprio Pascal, o João Garcia e a montanha sabem, mas certo é que nenhum iniciou a subida ingénuo, e se o código moral "obriga" a voltar ou a esperar para que ninguém seja deixado para trás, na realidade as coisas não funcionam assim. Competitivos serão sempre, caso contrário não teimavam em continuar a subir, mas tenho sérias dúvidas de que, quando as coisas começam a correr mal, haja algo mais forte do que o básico instinto de sobrevivência.



Da palestra que referi guardei algumas fotografias, de que aqui partilho uma pequenina selecção. Não cheguei a pedir um autógrafo no meu "A Mais Alta Solidão", mas acredito que com a conquista do Annapurna mais literatura vai ser publicada e nessa altura, quem sabe, tenha nova oportunidade de congratular o João Garcia por levar a bandeira portuguesa tão alto.

E para quem depois disto, por qualquer motivo que não se adivinhe, sinta curiosidade em saber um pouco mais sobre o tema, aqui ficam os links para o site do João - www.joaogarcia.com/pt -, para a página de perfil Wikipedia de Sir Edmund Hillary (o primeiro homem a fazer cume no Evereste) - http://en.wikipedia.org/wiki/Edmund_Hillary - e para a lista de nomes cujas tentativas mortíferas nas montanhas com mais de 8.000 metros (infelizmente) destacam ainda mais o prestígio do João Garcia nestas andanças - http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_deaths_on_eight-thousanders.