"Porquê?" diz a mãe de todas as perguntas e aqui não é excepção... Porque foi assim que surgiu em mim, sem pretexto nem ambição. Porque nem tudo precisa de explicação. Acima de tudo, porque ALGUMA COISA pode surgir DO NADA. Até um blogue!
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Reiki 3
A tua zona de conforto é o trabalho. Sabes, conheces, estás à vontade, és uma máquina. O teu problema está nas FUNDAÇÕES. Até o maior positivista tem um reverso. Como é que lidas com a autoridade? O tempo vai tornar-te mais tolerante e mostrar que não tens razão sempre. Desacelera, os acidentes acontecem. Imagina que saem RAÍZES dos teus pés em direcção ao chão. Quanto mais profunda for a tua ligação com o centro da Terra, mais harmonia vais sentir entre o que ÉS e o que te rodeia. E se sentires que o que te rodeia é negativo, limpa-te, purifica-te. Respira e deixa a energia fluir na elíptica.
Hard working day!
Evento de Lançamento da Colecção PRG by MultiOpticas, Siesta, Lisboa



No sentido dos ponteiros do relógio: Moi Même (Maggie Refilona), Joana Melo ('Táza fazêri?'), Ricardo Guedes (Gémeo Nº 1), Isabel Augusto (AKA Furacão), Pedro Guedes (Gémeo Nº 2), Hélia Bernardo (Pezinhos de Lã), Mariana Pinto (Continua Chamando-me Assim... Bebé!)


No sentido dos ponteiros do relógio: Moi Même (Maggie Refilona), Joana Melo ('Táza fazêri?'), Ricardo Guedes (Gémeo Nº 1), Isabel Augusto (AKA Furacão), Pedro Guedes (Gémeo Nº 2), Hélia Bernardo (Pezinhos de Lã), Mariana Pinto (Continua Chamando-me Assim... Bebé!)
terça-feira, 3 de maio de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Reiki 2
domingo, 3 de abril de 2011
Reiki 1
Não tentes conhecer todas as razões e perceber todos os porquês. Dissecar os acontecimentos implica tempo e energia que podes canalizar para estar receptiva a outras coisas. DEIXA-TE IR. Foca um objecto ou visualiza uma imagem e esquece tudo o resto. Vais desconcentrar-te e descarrilar para o turbilhão de pensamentos de sempre mas sabendo que assim é, atrai o que é positivo e descarta o resto. Hoje durante 10 segundos, amanhã um pouco mais. E descruza as pernas, não prendas a ENERGIA.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Batem leve, levemente...
Uma coisa é certa: a crítica de falta de densidade atribuída à belle Natalie após a estreia dos primeiros/últimos episódios da saga "Stars Wars" não devem voltar a ser ouvidas depois de "Black Swan". Dei o meu tempo na sala de cinema por muito bem gasto com a versão contemporânea da luta clássica que opõe o bem e o mal. A ingénua e a insinuante. A menina e a mulher.
Li algures que depois deste filme não se assiste a "O Lago dos Cisnes" da mesma forma, e em certa parte, acredito que sim. Enquanto que o bailado é todo ele leveza e graciosidade - atestei-o pessoalmente há anos, no Coliseu de Lisboa -, o psicodrama de Darren Aronofsky traz à vida com particular tensão o lado escuro de uma personalidade susceptível, vulnerável e atormentada.
Com autenticidade e dimensão, Natalie Portman encarna uma Nina Sayers à beira da ruptura quando lhe é atribuído o papel duplo da sua vida de prima ballerina - Odette e Odile, Cisne Branco e Cisne Negro. A superação, ainda que trágica, dos pudores que a prendem antes de se "tornar" na "pior" versão de si mesma foi representada de forma arrebatadora e só por isso - e pela banda sonora, com muito piano - o filme já vale a pena.
Pelo meio, a mãe que a infantiliza a todo o custo, reflectindo nela a carreira frustrada a que não pôde dar continuidade, a colega insinuante que, pela inversa, de cisne branco não tem pingo e o director da companhia... Vincent Cassel em versão atiradiça. E muito bem. "The only person standing in your way is you", diz-lhe ele...
Li algures que depois deste filme não se assiste a "O Lago dos Cisnes" da mesma forma, e em certa parte, acredito que sim. Enquanto que o bailado é todo ele leveza e graciosidade - atestei-o pessoalmente há anos, no Coliseu de Lisboa -, o psicodrama de Darren Aronofsky traz à vida com particular tensão o lado escuro de uma personalidade susceptível, vulnerável e atormentada.
Com autenticidade e dimensão, Natalie Portman encarna uma Nina Sayers à beira da ruptura quando lhe é atribuído o papel duplo da sua vida de prima ballerina - Odette e Odile, Cisne Branco e Cisne Negro. A superação, ainda que trágica, dos pudores que a prendem antes de se "tornar" na "pior" versão de si mesma foi representada de forma arrebatadora e só por isso - e pela banda sonora, com muito piano - o filme já vale a pena.
Pelo meio, a mãe que a infantiliza a todo o custo, reflectindo nela a carreira frustrada a que não pôde dar continuidade, a colega insinuante que, pela inversa, de cisne branco não tem pingo e o director da companhia... Vincent Cassel em versão atiradiça. E muito bem. "The only person standing in your way is you", diz-lhe ele...
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Deixa-o falar
Hoje entrevistei um frei. Pessoa calma, jeito simpático, sotaque italiano. Falou-me do que está a mudar na paróquia, dos problemas da comunidade, do sentido de missão, da ghetização dos ricos, da moda do voluntariado... O que se espera quando se pensa "vou entrevistar um frei". Curiosamente, enquanto ele continuava naquilo, só me vinha à ideia a letra do George Michael que diz "if Jesus Christ is alive and well, how come John and Elvis are dead?". Boa questão...
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