Parece que a estou a ver no topo da escadaria Darú, de asas firmemente esticadas, peito erguido e a força leve que tão bem caracteriza as maiores obras primas da escultura grega...
Victoria de Samotrária foi das peças de arte que, até hoje, mais me emocionaram quando finalmente encontradas ao vivo. Apesar de incompleta e até com danos significativos, notabiliza-se por uma elegância e suavidade em tudo contrastantes com o maciço em que foi talhada e o resultado é profundamente memorável. Foi por isso com interesse que fiquei a saber da mais recente iniciativa do Louvre em prol da mesma.
A partir da próxima Terça-feira a campanha "Todos Mecenas" vai recolher fundos para obras de limpeza e restauro da estátua alada, que deixará assim de estar exposta ao público até ao Verão do ano que vem - uma "falha" considerável para os visitantes do museu até lá.
O orçamento total dos trabalhos, que também vão incluir a reparação da escadaria que a estátua encima, ascende a quatro milhões de euros, três dos quais já assegurados por via de vários patrocínios.
Link- http://www.louvre.fr/en/conservation-project-winged-victory-samothrace-and-monumental-staircase
"Porquê?" diz a mãe de todas as perguntas e aqui não é excepção... Porque foi assim que surgiu em mim, sem pretexto nem ambição. Porque nem tudo precisa de explicação. Acima de tudo, porque ALGUMA COISA pode surgir DO NADA. Até um blogue!
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
As bicicletas estão (mesmo) na moda!
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Mais detalhes em breve, aqui: http://www.bicyclefilmfestival.com/city/lisbon/ |
O fenómeno do "ralo" que engole árvores
É pensar numa banheira com água e no que acontece quando se lhe destapa o ralo... Só que este faz desaparecer árvores inteiras enquanto o Diabo esfrega um olho - surreal!
Ver o vídeo aqui: http://www.bbc.co.uk/news/world-us-canada-23793499
É obra: torre de LEGO com 11 andares de altura!
Para os alunos das escolas do distrito de Red Clay, no Delaware (EUA), nunca deve ter havido projecto pedagógico mais porreiro!
A edificação de uma torre de LEGO com meio milhão de peças e cerca de uma tonelada de peso foi a forma encontrada pelo agrupamento escolar para chamar a atenção dos mais novos para a importância do trabalho em equipa, tendo entrado para o Livro de Recordes do Guinness com a sua construção de 11 andares de altura.
Todas as peças foram acopladas em secções pelos estudantes durante os últimos meses e mais recentemente empilhadas por empreiteiros que se voluntariaram para colaborar, dispondo a torre colorida à volta de um cilindro de metal e usando cabos de tensão para impedir que tombe.
A edificação de uma torre de LEGO com meio milhão de peças e cerca de uma tonelada de peso foi a forma encontrada pelo agrupamento escolar para chamar a atenção dos mais novos para a importância do trabalho em equipa, tendo entrado para o Livro de Recordes do Guinness com a sua construção de 11 andares de altura.
Todas as peças foram acopladas em secções pelos estudantes durante os últimos meses e mais recentemente empilhadas por empreiteiros que se voluntariaram para colaborar, dispondo a torre colorida à volta de um cilindro de metal e usando cabos de tensão para impedir que tombe.
terça-feira, 30 de julho de 2013
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Vão abrindo o vinho, vamos tocar qualquer coisa ali na sala...
Valeu a pena esperar tanto pelo concerto da última noite. Pela estrela de cartaz ao piano, pelos músicos que a acompanharam em grande estilo e pela própria organização do espaço do evento - os jardins do Palácio Marquês de Pombal, em Oeiras -, que transmitiu toda a atmosfera cool jazz fest anunciada.
Gostei do caminho de acesso à plateia, iluminado por candeeiros feitos com instrumentos musicais; das ilhas temáticas com bebidas, gelados, música e até um piano arelvado, junto do qual se podiam tirar fotografias; da qualidade do som e dos ecrãs laterais - pese embora o meu bilhete fosse realmente bom (leia-se, caro).
O alinhamento surpreendeu-me, uma vez que compareci no concerto sem conhecer ainda muito de "Glad Rag Doll". Parece-me, contudo, que o disco faz a pianista avançar para um novo nível de conforto vocal e, em resultado, toda a noite decorreu em ambiente de intimidade.
As canções do período entre as duas Grandes Guerras conferem margem para interpretações envolventes, sedutoras diria, e muito nas tónicas típicas de Krall: os blues e o jazz. E a ajudar, não uma orquestra mas uma banda de cinco elementos que sublima a presença encantadora da intérprete.
As alusões às tardes ao som de discos antigos com o pai, às diabruras dos filhos gémeos, às saudades do Canadá, aos almoços fartos com amigos quando de passagem por Lisboa... Que presença, Diana... E que boa companhia!
O alinhamento surpreendeu-me, uma vez que compareci no concerto sem conhecer ainda muito de "Glad Rag Doll". Parece-me, contudo, que o disco faz a pianista avançar para um novo nível de conforto vocal e, em resultado, toda a noite decorreu em ambiente de intimidade.
As canções do período entre as duas Grandes Guerras conferem margem para interpretações envolventes, sedutoras diria, e muito nas tónicas típicas de Krall: os blues e o jazz. E a ajudar, não uma orquestra mas uma banda de cinco elementos que sublima a presença encantadora da intérprete.
As alusões às tardes ao som de discos antigos com o pai, às diabruras dos filhos gémeos, às saudades do Canadá, aos almoços fartos com amigos quando de passagem por Lisboa... Que presença, Diana... E que boa companhia!
Crítica ao concerto de ontem no Diário de Notícias: http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=3341290&seccao=M%FAsica
quarta-feira, 24 de julho de 2013
terça-feira, 23 de julho de 2013
Amanhã, eu e a Diana temos encontro marcado em Oeiras!
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Diana Krall ao vivo, amanhã, no EDP Cool Jazz Fest 2013 - eu VOU!!! Site do festival aqui: http://www.edpcooljazz.com/ |
Nada move o povo como um evento real (inglês)
Digam o que disserem, o nascimento do príncipe de Cambridge NÃO é apenas MAIS um. Nem ele um bebé como OUTRO qualquer. E não, também não é um acontecimento de que facilmente nos devamos DESLIGAR.
Se QUALQUER bebé impulsionasse uma economia nacional em 375 milhões de qualquer coisa, APENAS por vir ao mundo, talvez a conversa fosse outra! E este representa, em nada menos do que 119 anos, a primeira vez que três gerações de herdeiros ao trono inglês coexistem.
O regime monárquico é, em si mesmo, alvo de crítica fácil, mas que grande estadista eleito providenciou uma notícia tão entusiasmante que movesse o povo da forma que se viu ontem à noite pelas cadeias televisivas de todo o mundo?
Digam o que disserem, adoraria estar em Londres agora!
Se QUALQUER bebé impulsionasse uma economia nacional em 375 milhões de qualquer coisa, APENAS por vir ao mundo, talvez a conversa fosse outra! E este representa, em nada menos do que 119 anos, a primeira vez que três gerações de herdeiros ao trono inglês coexistem.
O regime monárquico é, em si mesmo, alvo de crítica fácil, mas que grande estadista eleito providenciou uma notícia tão entusiasmante que movesse o povo da forma que se viu ontem à noite pelas cadeias televisivas de todo o mundo?
Digam o que disserem, adoraria estar em Londres agora!
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